Prefeitura de São José da Barra concede abono histórico de R$ 1.600 a servidores pelo Dia do Servidor Público – Foto: divulgação
A Prefeitura de São José da Barra (MG) celebrou o Dia do Servidor Público, nesta terça-feira (28), com um anúncio histórico: a concessão de um abono no valor de R$ 1.600,00 para os servidores municipais. O benefício contemplará servidores efetivos, ocupantes de cargos comissionados e de confiança, além de agentes políticos que atuam na administração pública municipal direta e indireta.
De acordo com o prefeito Marcelo Rodrigues da Silva, mais de 400 colaboradores serão beneficiados pela medida. O chefe do Executivo destacou que a iniciativa reafirma o compromisso da gestão com a valorização do funcionalismo público, reconhecendo o papel essencial dos servidores na execução das políticas e serviços que impactam diretamente a população.
“Neste meu primeiro ano à frente da gestão municipal, quero expressar meu sincero agradecimento a todos os servidores públicos pelo comprometimento e pela dedicação que demonstram diariamente. Reconhecemos que é graças ao empenho de cada um que a máquina pública funciona e conseguimos avançar na oferta de serviços de qualidade à população”, afirmou o prefeito Marcelo Rodrigues.
O gestor ressaltou ainda que o abono vem como um gesto de reconhecimento e incentivo, além de representar um reforço financeiro no fim de ano, contribuindo para o bem-estar dos trabalhadores que ajudam a construir uma São José da Barra mais eficiente e humana.
Na última sexta-feira (25), os servidores participaram de um Encontro Motivacional promovido pela Prefeitura, com investimento de R$ 35 mil. O evento proporcionou momentos de integração e celebração entre os colaboradores, marcando o retorno de uma homenagem que há anos não era realizada e que, segundo a administração, representa um reconhecimento histórico na região.
Lafayette Andrada é reconhecido como um dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional em 2025 – Foto: reprodução
O deputado federal Lafayette Andrada, presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados, foi novamente incluído pela Arko Advice entre os parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, integrando a lista da “Elite Parlamentar 2025”.
A honraria reforça a trajetória de Lafayette, marcada pela competência técnica, diálogo constante e compromisso com o progresso do país. “É uma grande honra estar entre aqueles que contribuem para o debate e o avanço das pautas que constroem o futuro do nosso país”, afirmou o deputado.
O parlamentar foi reconhecido na categoria “Especialistas”, que destaca deputados e senadores com profundo conhecimento técnico em áreas como direito, infraestrutura e economia, campos nos quais Lafayette se sobressai por sua atuação sólida e por propor soluções eficazes para o desenvolvimento nacional.
Natural de Barbacena (MG), Lafayette Andrada é advogado, professor e político mineiro, pertencente a uma tradicional família de figuras de destaque na política brasileira. Filho do ex-deputado Bonifácio Andrada, ele tem se dedicado, ao longo da carreira, a pautas voltadas ao crescimento econômico, geração de empregos, modernização das leis e fortalecimento das instituições democráticas.
Entre suas contribuições de maior relevância, destacam-se a relatoria da Lei da Liberdade Econômica, que modernizou o ambiente de negócios no Brasil, além da defesa de políticas de inovação e competitividade industrial. Lafayette também tem participação ativa nas discussões sobre reforma tributária, energia e infraestrutura, sempre buscando conciliar desenvolvimento com responsabilidade social.
Com firmeza e serenidade, o deputado reafirma seu compromisso com o país:
“Sigo firme no propósito de trabalhar por resultados concretos, contribuindo para o desenvolvimento e o bem-estar de todos os brasileiros.”
A 7ª Promotoria de Justiça de Passos, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), emitiu uma recomendação formal à Prefeitura de Passos e à Controladoria-Geral do Município para que adotem, no prazo de 48 horas, medidas de adequação do Portal da Transparência às normas constitucionais e legais de publicidade e acesso à informação.
Segundo o documento, assinado pelo promotor de Justiça Paulo Frank Pinto Junior, o MPMG instaurou um procedimento administrativo após receber representação relatando falhas no cumprimento do dever de transparência ativa. A denúncia apontava a ausência de informações sobre colaboradores terceirizados e a não disponibilização, em tempo real, de dados sobre contratos, folha de pagamento, licitações, receitas e despesas.
Durante inspeção, o Ministério Público constatou que a Prefeitura mantinha duas plataformas diferentes sob o título de Portal da Transparência — passosportaltransparencia.portalfacil.com.br e passos-mg.portaltp.com.br —, com dados desatualizados e divergentes, o que pode causar confusão e dificultar o controle social.
Outro ponto destacado foi a falta de divulgação da lista de terceirizados, impedindo a fiscalização dos contratos de mão de obra terceirizada. O promotor também registrou um “retrocesso na transparência” a partir de outubro de 2025, quando o portal deixou de detalhar a remuneração individual dos servidores, passando a divulgar apenas valores globais brutos e líquidos.
O Ministério Público considera que a nova forma de divulgação viola os princípios da transparência e inviabiliza o controle social. Por isso, o procedimento foi convertido em Inquérito Civil para apurar eventual limitação proposital das informações sobre despesas com pessoal.
Recomendações do MPMG
O Ministério Público recomenda que a Prefeitura de Passos:
Restaure imediatamente a divulgação detalhada das despesas com pessoal, incluindo todos os componentes remuneratórios e descontos por servidor;
Publique a relação completa dos terceirizados, com nome, função, período de contrato e local de trabalho;
Mantenha ferramentas de pesquisa e exportação de dados, para facilitar o acesso e a compreensão das informações;
Unifique o Portal da Transparência, deixando claro qual é o endereço oficial e desativando versões antigas ou paralelas;
Garanta que o portal oficial apareça como principal nos mecanismos de busca.
O promotor Paulo Frank Pinto Junior alerta que o descumprimento da recomendação poderá resultar em medidas judiciais cabíveis por parte do Ministério Público.
A recomendação foi assinada eletronicamente em 28 de outubro de 2025, às 14h57.
Justiça condena ex-prefeito de Arcos por doação irregular de 53 lotes – Foto: reprodução
A juíza Fernanda Rabelo Dutra, da 2ª Vara da Comarca de Arcos (MG), julgou parcialmente procedente a Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), em abril de 2018, contra Claudenir José de Melo (ex-prefeito de Arcos) e Orlando Martins (que era secretário municipal de Desenvolvimento e Integração Social na mesma gestão).
O processo refere-se à doação irregular de 53 lotes situados no bairro Novo Sol Nascente, no Município de Arcos, em setembro de 2011, sem a observância dos requisitos legais previstos nas normas municipais, especialmente a Lei Municipal nº 1.147/1987 (Programa Municipal de Ação Social – PROMAS), e em violação aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade que regem a Administração Pública.
A juíza reconheceu a prática de atos de improbidade administrativa pelo ex-prefeito Claudenir José de Melo (Baiano). “Há, portanto, inequívoca lesão ao erário, uma vez que bens pertencentes ao Município foram transferidos de forma irregular e destituída de finalidade público-social a particulares, alguns dos quais chegaram, inclusive, a revendê-los com lucro, em flagrante desvio de finalidade. […]”, escreveu a Drª Fernanda Dutra.
Claudenir Melo recebeu as seguintes condenações, mas pode recorrer da Decisão:
• Pagamento, ao Município de Arcos, de multa civil no valor de R$ 1.051.000,00 (um milhão e cinquenta e um mil reais), equivalente ao dano patrimonial, devidamente corrigida pelos índices legais e com juros de mora;
• Suspensão dos direitos políticos por quatro anos, sendo um mês de suspensão para cada lote doado no caso;
• Proibição de contratar com o Poder Público de Arcos/MG, de qualquer dos poderes, da administração direta ou indireta, direta ou indiretamente, pelo prazo de quatro anos.
Quanto ao secretário municipal de Desenvolvimento e Integração Social na época, Orlando Martins, o MP entendeu que “ele tinha gestão direta sobre o PROMAS e sobre os trâmites dos processos de doação, tendo ciência de que os requisitos legais não estavam sendo observados”. Contudo, a juíza concluiu que ele não praticou atos de improbidade administrativa e que não houve comprovação do dolo. “Houve culpa, mas não houve dolo”. “[…] Não se prova que o requerido tenha realizado entrevistas ou assinado as autorizações competentes”.
A sentença foi assinada eletronicamente no dia 23/10/2025. A distribuição foi feita sob segredo de justiça, que foi revogado, “não havendo, neste momento, outro fundamento que justifique a manutenção dessa restrição — sobretudo diante da regra da publicidade dos atos processuais e do interesse público que permeia a matéria”.
Ouvidoria do MP recebeu a denúncia em 2011
Conforme consta no relatório da sentença, as investigações foram instauradas com base em denúncia anônima recebida pela Ouvidoria do Ministério Público em fevereiro de 2011, na qual se informava que o então prefeito Claudenir José de Melo havia loteado irregularmente área pública antes destinada a campo de futebol, doando os terrenos a apoiadores políticos. Em defesa do patrimônio público do Município de Arcos, no dia 13 de abril de 2018 o MP, por intermédio do então promotor Eduardo Fantinati, propôs Ação civil pública por atos de improbidade administrativa.
A Promotoria de Justiça de Arcos instaurou o Inquérito Civil que confirmou que todas as pessoas que preencheram fichas de inscrição foram contempladas com a doação dos lotes, sem que houvesse qualquer critério público de seleção, chamamento oficial ou processo administrativo formalizado. As fichas utilizadas para a seleção dos beneficiários referiam-se originalmente a doação de cesta básica, o que indica, segundo o MPMG, uma adaptação indevida da documentação para justificar as concessões dos lotes.
Constatou-se, ainda, que inexistiram visitas sociais aos beneficiários com o objetivo de aferir suas reais condições de habitabilidade, conforme exigido pela legislação municipal.
Ainda de acordo com as apurações do MP, “diversos relatórios sociais foram confeccionados posteriormente à efetivação das doações, alguns com lapso de mais de cinco meses entre a lavratura do contrato de doação e a produção do respectivo relatório técnico”. “Em alguns casos, sequer havia relatório social”.
Também no Relatório da Sentença consta que são apontados inúmeros beneficiários cuja renda familiar ultrapassava o limite legal de três salários mínimos previsto como regra pelo PROMAS, sendo adotado, de forma irregular, o teto de cinco salários mínimos sem a devida fundamentação ou comprovação de inclusão em programas de financiamento habitacional. Ainda assim, mesmo nos casos em que se alegava a situação limítrofe, não era exigida comprovação documental da renda, “o que resultou na doação de bens públicos a pessoas que não se enquadravam nos critérios legais”.
Foi apurado pelo MP que diversas pessoas beneficiadas estavam ligadas ao grupo político dos requeridos, inclusive servidores públicos comissionados, pessoas com vínculo empregatício direto com a Prefeitura e até mesmo cônjuges de vereadores ou candidatos.
É citada a retirada indevida das cláusulas de inalienabilidade e impenhorabilidade vitalícia dos contratos de doação, previstas na Lei Municipal nº 2.446/2011. Em consequência, diversos imóveis foram vendidos a terceiros, “em total afronta à finalidade social da política pública de doação de lotes”.
Declarações prestadas pela assistente social responsável por diversos relatórios sociais indicam que, na prática, os contratos de doação já estavam firmados antes mesmo da realização da análise socioeconômica dos beneficiários.
A promotoria também enfatizou que não houve comprovação das precárias condições de moradia exigidas pela lei local, tampouco da situação de vulnerabilidade dos beneficiários, demonstrando que houve uso político da política habitacional.
Defesa de Claudenir Melo
Ao apresentar contestação, Claudenir José de Melo argumentou que “os beneficiários dos lotes doados deveriam integrar o polo passivo da demanda […]”. O argumento: “Participaram dolosamente da empreitada”. Em síntese, isso significa que o ex-prefeito teria sugerido que os beneficiários também fossem processados.
Claudenir Melo alegou que as doações impugnadas foram legítimas e sem qualquer desvio de finalidade e que inexistem elementos concretos de atos de improbidade.
O MPMG impugnou ambas as contestações. “[…] Os atos de doação ocorreram há mais de uma década e a eventual declaração de nulidade das doações traria prejuízos irreversíveis a terceiros presumivelmente de boa-fé, muitos dos quais são pessoas humildes e com baixa instrução, ou terceiros adquirentes que compraram os imóveis sem conhecer os vícios de origem”. Afirma que “os registros não continham cláusula de inalienabilidade justamente em razão da atuação irregular dos réus, o que impede a responsabilização dos adquirentes e, por consequência, afasta a necessidade de integrá-los ao polo passivo”.
Contudo, o MP informou que há procedimento extrajudicial em andamento visando à regularização ou anulação das doações indevidas por parte do Município de Arcos.
A defesa de Claudenir Melo também argumentou:
“[…] As testemunhas arroladas, inclusive pelo Ministério Público, confirmaram que souberam das doações por meios informais (ouviram terceiros ou servidores comentarem), e procuraram espontaneamente o poder público para entregar documentação. Nenhuma declarou ter sido convidada formalmente ou por favorecimento. A defesa sustenta que a Lei Municipal nº 2.232/2009 não exige formalidade específica nem publicidade institucional para as doações. […] Outro argumento central da peça é que o Prefeito Claudenir não participou da escolha dos beneficiários. A condução do programa era feita pelo Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. O réu apenas assinava os contratos de doação em sua função de representante legal do Município. A assistente social responsável […] subscrevia os relatórios sociais. Em nenhum momento foi demonstrado que o requerido deu ordens para favorecimento de beneficiários ou interferiu nas avaliações. […]”.
Trechos de citações da juíza na Sentença
A juíza sintetiza que “os programas habitacionais do Município de Arcos foram estruturados de forma a atender famílias comprovadamente carentes, exigindo, para a obtenção dos benefícios, a comprovação de baixa renda, ausência de propriedade imobiliária, vínculo com o Município, avaliação social e utilização exclusiva do imóvel para moradia, de modo a garantir que os recursos públicos fossem direcionados à efetivação de sua finalidade social e não utilizados como instrumento de favorecimento pessoal ou político”.
É relado que nas diversas oitivas promovidas pelo MP, “em todas os declarantes informaram que não houve processo público de divulgação das doações”.
E ainda: “Foram concedidos lotes a pessoas cuja renda ultrapassava o limite ordinário de três salários mínimos, havendo, inclusive, elevação indevida desse teto para cinco salários mínimos, sem a devida contrapartida legal, isto é, sem demonstração de vinculação a financiamento habitacional que justificasse a exceção (é que, nos termos da legislação municipal citada, o limite de 05 salários mínimos era apenas para pessoas beneficiárias do Programa Minha Casa Minha Vida)”.
“Há, portanto, inequívoca lesão ao erário, uma vez que bens pertencentes ao Município foram transferidos de forma irregular e destituída de finalidade público-social a particulares, alguns dos quais chegaram, inclusive, a revendê-los com lucro, em flagrante desvio de finalidade. Ainda, tais doações não foram precedidas de processo administrativo regular, público e transparente, tendo ocorrido mediante flexibilização indevida dos requisitos legais e interpretações arbitrárias da legislação municipal, sem respaldo técnico ou jurídico”.
“Claudenir, como chefe do Executivo, sabia das exigências legais, possuía corpo jurídico permanente à disposição, e, ainda assim, optou por contorná-las para executar as doações em volume expressivo e de maneira uniforme, inclusive beneficiando pessoas com vínculos políticos ou funcionais com sua administração. O caráter político das doações, corroborado por testemunhos e documentos, reforça a intenção dolosa de violar os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade, configurando ato ímprobo previsto no art. 10, caput e III, da LIA”.
Embora já conste a defesa no processo, o CCO telefonou para Claudenir Melo, disponibilizando espaço para manifestação. Ele optou por não se manifestar.
Após três dias de buscas, helicóptero localiza homem desaparecido em Arcos – Foto: divulgação
Douglas Ribeiro Moraes, desaparecido desde o último sábado (25) na cidade de Arcos (MG), foi localizado com vida na tarde desta terça-feira (28) por uma equipe aérea da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).
O helicóptero da corporação avistou o homem nas proximidades do Córrego das Almas, às margens da BR-354 — o mesmo local onde seu carro havia sido encontrado no fim de semana, aparentemente abandonado por falta de combustível. Segundo informações iniciais, Douglas foi resgatado e levado para avaliação médica. A PCMG confirmou o salvamento, mas ainda não detalhou o estado de saúde do homem nem as circunstâncias exatas em que ele foi localizado.
O desaparecimento mobilizou uma ampla operação integrada entre diferentes forças de segurança. As buscas começaram ainda no sábado, logo após o veículo de Douglas ser localizado parado na rodovia. A suspeita inicial era de que ele tivesse deixado o carro para procurar ajuda e se perdido na mata próxima.
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), em conjunto com a Polícia Civil de Arcos e sob a coordenação da delegada Hionara Pimentel, intensificou as buscas ao longo dos últimos dias. As equipes utilizaram drones, ferramentas de georreferenciamento e realizaram varreduras terrestres e aéreas para mapear a área de difícil acesso.
Na segunda-feira (27), a investigação avançou após a triangulação do sinal do celular de Douglas indicar um ponto próximo ao local onde o carro havia sido abandonado. A partir dessa informação, as buscas foram concentradas em uma área de mata fechada, o que acabou levando à sua localização no dia seguinte.
Após três dias de desaparecimento, o caso teve um desfecho positivo. Em uma imagem divulgada pela Polícia Civil, Douglas aparece ao lado de um dos agentes que participaram da operação, encerrando com sucesso a mobilização que envolveu bombeiros, policiais e equipes de resgate.
Professora e detento são flagrados tendo relação sexual dentro de penitenciária de Minas Gerais – Foto: reprodução
Uma professora foi flagrada fazendo sexo com um detento da Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio, no Alto Paranaíba. O caso aconteceu na última quinta-feira (23), durante o horário de aula, por volta de 10 horas. Eles foram vistos por policiais penais no momento de intimidade dentro da escola estadual que funciona na penitenciária.
Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que apura o caso, ambos foram retirados do local imediatamente ao serem vistos para realização de providências administrativas cabíveis.
Por meio de nota, a Sejusp informou que a direção da penitenciária instaurou um procedimento interno de apuração, que também foi comunicado à Superintendência Regional de Educação.
O preso, que não teve idade revelada, foi ouvido pelo Conselho Disciplinar da unidade prisional e poderá sofrer sanções administrativas.
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais foi questionada sobre o caso e informou que, junto com a Superintendência Regional de Ensino de Patrocínio, acolheu a professora da escola que funciona dentro da Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, na mesma manhã do ocorrido.
A docente, que possui vínculo temporário com o Estado, solicitou dispensa do cargo.
A SEE/MG disse ainda que irá instaurar um Procedimento Administrativo Simplificado (PAS), conforme previsto na Lei Estadual nº 24.805/2024, para apurar os fatos e adotar as medidas cabíveis.
Primeira planta construída do zero pela companhia no Brasil reforça importância do país nas estratégias globais de crescimento
Heineken divulga programação oficial de inauguração da nova cervejaria em Passos – Foto: reprodução
A Heineken divulgou oficialmente, por meio de sua assessoria de imprensa, a programação de inauguração da nova cervejaria em Passos (MG) — a primeira unidade da marca construída do zero no Brasil e também a primeira inaugurada globalmente pela companhia nos últimos cinco anos. O investimento reforça o papel estratégico do país nas operações e no plano de expansão da gigante holandesa.
Tour exclusivo para a imprensa
Na quarta-feira, 5 de novembro, jornalistas terão acesso exclusivo à fábrica antes da abertura oficial. A programação inclui um tour completo pelas principais áreas da planta e um bate-papo com executivos da companhia.
A mesa redonda com a imprensa contará com a presença de:
Mauro Homem, vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos
Rodrigo Bressan, vice-presidente de Produção
Leonardo Sandre, diretor de Produção
Reinaldo Franco, diretor da Cervejaria de Passos
Cerimônia oficial
A cerimônia de inauguração está marcada para a quinta-feira, 6 de novembro, e contará com a presença do CEO da Heineken Brasil, Maurício Giamellaro.
Presença ilustre
A empresária holandesa Charlene de Carvalho-Heineken, maior acionista da companhia, é esperada para o evento, acompanhada de sua família.
Qualidade aprovada
Na semana passada, a nova unidade recebeu a aprovação da matriz global da Heineken. As amostras produzidas em Passos foram 100% aprovadas, confirmando que a cervejaria mineira atinge o mesmo padrão internacional de qualidade e sabor que caracteriza as demais fábricas do grupo.
A Polícia Militar Rodoviária (PMRv) de Minas Gerais iniciou o uso de drones para reforçar a fiscalização nas rodovias do estado. A nova tecnologia foi anunciada nesta quarta-feira (22) por meio de um vídeo publicado nas redes sociais da corporação, que destacou a utilização do equipamento em diversos pontos, entre eles o posto do km 40 da BR-356, trecho que liga Itabirito a Nova Lima.
Segundo a PMRv, o vídeomonitoramento permite flagrar infrações à distância e ampliar o alcance das operações de controle viário. Os agentes poderão registrar as ocorrências com ou sem abordagem direta dos condutores. “Os drones acompanham o comportamento dos motoristas, e as autuações poderão ser lavradas com ou sem abordagem”, explicou o tenente Muniz no vídeo divulgado.
Entre as infrações que poderão ser detectadas estão ultrapassagens em locais proibidos, uso de celular ao volante, ausência do cinto de segurança e manobras irregulares, como conversões não permitidas.
Apesar da justificativa de segurança, o anúncio gerou reações negativas nas redes sociais. Diversos usuários criticaram a medida, apontando problemas estruturais nas vias mineiras, como trechos com pavimentação precária, falta de acostamento e congestionamentos frequentes. Para parte dos motoristas, a prioridade deveria ser a melhoria das condições de tráfego antes da ampliação da fiscalização.
Com o novo recurso, a PMRv pretende fortalecer o monitoramento em pontos estratégicos, reduzir o número de acidentes e ampliar a cobertura das operações em todo o estado.
Clientes e funcionários de um supermercado no centro de Ibiá (MG), no Alto Paranaíba, viveram momentos de tensão na tarde da última quinta-feira (23/10), quando um boi invadiu o estabelecimento e percorreu os corredores indo direto ao açougue.
Vídeos feitos por testemunhas mostram o animal correndo entre as gôndolas, pulando sobre ilhas de produtos congelados e perseguindo um açougueiro. Apesar do tumulto, o boi não causou danos às mercadorias nem ferimentos a pessoas.
De acordo com relatos dos trabalhadores, o animal passou por várias áreas da loja antes de ser conduzido para fora por alguns colaboradores. Ninguém ficou ferido durante a ocorrência e o supermercado não registrou prejuízos materiais.
A suspeita é de que o boi tenha escapado de um terreno baldio ou de um caminhão que passava próximo ao local. Até o fim da tarde, o paradeiro do animal ainda não havia sido identificado.
Internautas brincaram que o animal estava ansioso, já que foi direto para a parte do açougue do supermercado. Outros disseram que se tratava de um ‘acerto de contas’ com o açougueiro.
Médicos tiveram identidade usada indevidamente; documentos eram vendidos por até R$ 100 a trabalhadores interessados em dispensas fraudulentas
Polícia Civil investiga venda de atestados médicos falsos com nomes de profissionais da Santa Casa de Passos – Foto: divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil de Passos (MG) investiga um esquema de falsificação e revenda de atestados médicos, nos quais eram utilizados nomes e carimbos de profissionais da Santa Casa de Misericórdia do município. O caso veio à tona há cerca de 20 dias, após um médico procurar a delegacia para denunciar o uso indevido de sua identidade em documentos apresentados a empresas da região.
De acordo com as apurações, os atestados falsos eram vendidos a trabalhadores que buscavam dispensas fraudulentas de três a quinze dias, mediante pagamento de R$ 50 a R$ 100, conforme a quantidade de dias e o CID (código de diagnóstico) incluído no documento.
O delegado Marcos Pimenta, chefe do 18º Departamento de Polícia Civil de Poços de Caldas, informou que quatro compradores e um intermediário já foram identificados e ouvidos.
“Essas pessoas pagavam de R$ 50 a R$ 100, dependendo da quantidade de dias inseridos no atestado falso. Ninguém foi preso ainda, mas é importante destacar que os envolvidos podem ser indiciados por crimes graves, como falsidade ideológica — que prevê pena de até cinco anos de prisão — além de associação criminosa e uso de documento falso”, explicou o delegado.
A Santa Casa de Passos colabora com as investigações por meio de seu setor jurídico e é considerada vítima do esquema, já que o nome de seus profissionais foi utilizado sem autorização.
O delegado destacou ainda que a prática causa prejuízos diretos às empresas, que acabam aceitando os documentos falsos e ficam temporariamente desfalcadas de funcionários.
“Não é uma brincadeira. É algo grave, que pode macular a imagem de um médico e prejudicar a relação de trabalho nas empresas”, alertou Pimenta.
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